quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Aviso

Por motivos de estar ainda a adaptar ao novo ano e motivos de estar cansada da noite de passagem do ano aviso que esta semana não irá haver episódio de Uma História...A nossa História...Magia e Imaginação.
Não se preocupem porque para a outra semana já vou voltar.

Peço desculpa
Iruvienne

Bom ano 2009

Bom Ano 2009




Bem hoje é um dia especial.

Estejam onde estiverem, com quem estiverem peçam um desejo porque hoje mais do que nunca tudo pode acontecer.

Desejo a todos um excelente ano 2009 com todas as surpresas possiveis e imaginar, cheio de sorte, cheio de magia.

Neste fim de ano agradeço mais uma vez, sem vocês nada disto era possivel.

Bom ano 2009



P.S.

No proximo ano a história vai continuar cheia de surpresas, espero que continuem comigo a dar a vossa opinião e ajudarem-me a torna-la ainda mais fascinante.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Uma pequena anotação

Ocorreu um problema ao editar a história, ela aparece por baixo da mensagem de natal
Espero que gostem.
Iruvienne

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Mensagem de Natal

FELIZ NATAL CHEIO DE COISAS BOAS
CHEIO DE MAGIA
E SEM FALTAR MUITOS DOCES E CHOCOLATES!





Hoje vou só deixar uma mensagem rápida desejando o melhor a vocês todos.

O melhor do Natal é estar com os amigos festejando cada minuto na alegria deles, e nunca esquecer de cada momento. Cada prenda, cada objecto pode ser muito bonito ou muito feio mas o que conta é a indenção e o sentimento de quem dá.

Sejam felizes e tenham muita sorte.

Sem mais para dizer

Bom Natal

Iruvienne

Uma História...A nossa História...Magia e Imaginação / Episódio Natal



Bem este episódio devia ser para sábado mas sendo assim escrevo hoje.




Destino errado


Viagem no mar




A primeira coisa que notaram de errado foi que estava tudo muito silêncioso, a outra foi um calor abrasador que se abateu sobre eles. Ao olharem em volta viram que estavam no meio do nada...bem não exactamente nada, antes mais um deserto.


- Acho que precisas de pratica. - riu-se Miliane ao dar uma palmada nas costas de Siena ainda meio espantada com o seu feito.


Siena ainda assim não compreendia o seu erro, tinha visto Miliane fazer aquilo montes de vezes.


- Com erros ou não temos sair deste sol omais depressa possivel senão algo de grave vai acontecer - disse Aran já a transpirar por todos os poros.


Miliane olhou para eles com uma ideia. Concentrando toda a sua energia transformou-se num elefante. Era seu poder transformar-se no que quisesse, a sua alma ainda não tinha assumido uma forma.


Cada um sorriu, começavam a habituar-se àqueles pequenos fenomenos. Todos subiram para as costas de Miliane, Nicleido fez um feitiço onde uma pequena nuvem aparecia sobre as suas cabeças refrescando-os de momentos a momentos com pequenas gotas de água.


O sol foi-se deitar mais cedo do que habitual, ou assim pareceu aos nossos amigos. Estavam todos a cair quase mortos de sono. Miliane parou e transformou-se novamente em rapariga, estava estoirada.


- Miliane está tudo bem? - perguntou Siena preocupada com ela oferecendo-lhe o odre de água.


- Só cansada, extremamente cansada.


- Alem disso está a começar a ficar frio. - afirmou Nicleido ao fazer desaparecer aquela nuvem.


- Acho que posso tratar disso.


Aran espantou-os com aquela oferta de serviços. Levantou-se e estalando os dedos uma fogueira surgiu no meio daquela roda. Era uma fogueira agradecida pelos quatro uma vez que no deserto as oscilações de temperatura faz parecer que estão num outro planeta.


Cada um se aconchegou em redor da roda e sem saberem adormeceram. Bem, quase todos Nicleido permaneceu acordado fazendo de vigia. A noite pode ser muito perigosa, ou assim parecia desde que Liliane se tinha ido embora.


Aquela desculpa dada por Miliane não o convencia, deveria haver uma outra desculpa, uma outra razão por a sua amiga ter ido embora sem dizer nada a ninguém. Tencionava interrogar Miliane mais tarde, agora ia deixa-la descansar.


Quase a amanhecer Aran acordou oferecendo-se para fazer agora ele o turno de vigia. Nic agradeceu, não sabia muito bem como Aran se tinha tornado tão simpático. Que mudanças é que aquele grupo já tinha mudado realmente?


Começou a nascer o sol, parecera-lhe logo mais vermelho do que o habitual. Começou a ouvir guizos, assustado acordou imediatamente os seus colegas.


- O que é? - perguntou um tanto ou quanto confusa Miliane.


- Alguem se aproxima. - sussurrou Aran


Siena tentou fazer algo que há muito tempo não fazia. Tentar ouvir os pensamentos dos outros. Normalmente não usava este dom pois não gostava de ouvir os pensametos dos seus amigos, achava que era uma invasão de privacidade, e ouvir os pensamentos das outras pessoas era tão chato!


Mas daquela vez achou-o util. Com um tentaculo mental perscutou o ambiente em redor. Sentia a consciencia de minusculos seres, animais e pequenas plantas que tentavam sobreviver àquele abrasador inferno.


Mas quando se virou para o outro lado deu-se conta da presença de outras mentes bem protegidas atrás de muros fortificados. Uma voz mental interpelou-a


"Quem és?"


"Siena, e quem são vocês?"


"Povo do deserto, vocês não são daqui"


Siena enviou uma imagem de onde estavam. Sentiu a concordancia do outro lado e abriu os olhos, não os lembrava de os ter fechado, mas isso agora não importava tinha de avisar os seus companheiros de que eram amigos.


- São apenas o povo do deserto, convidei-os a virem até aqui, não os tratem mal.


Sentaram-se à espera do povo do deserto. Entretanto meteram as suas capas pelas costas e o capus na cabeça, isso protegia-os do calor parecendo um pequeno frigorifico ambulante.


Um a um surgiram o povo. Cada um estava como eles enrolado em várias mantas. Pareciam espantados ao encontrarem quatro jovens sozinhos no meio do deserto.


- Que fazem aqui? Sozinhos no meio do deserto? - perguntou o que estava mais à frente.


- Tivemos um pequeno problema no nosso meio de transporte.


- Então sigam-nos.


Os quatro levantaram-se e subiram a duna. Ficaram espantados do que encontraram do outro lado. Uma enorme caravana de camelos e mulas cobertas de malas e tendas. Aquele povo sorriu perante o espanto deles e guiaram-nos a dois camelos.


Ajudaram-nos a montar e caminharam o dia todo não falando para poupar energias. Siena estava espantada ao perceber que Miliane e Nicleido estavam a comunicar pelas mentes e sem querer intrometeu-se na conversa.


"Vocês também sabem falar com a mente?"


"Siena!" exclamaram Miliane e Nicleido nas suas mentes.


"Desculpem, pensava que só eu sabia fazer isso."

"Foi o meu avô que me ensinou quando era pequeno, durante algum tempo tive a ensinar Miliane, Aran e Liliane, só que soube desde logo que tu conseguias falar por isso não me incomodei, pensei que já sabias isso?"

"Oh! Está bem. Mas o que é que estavam a falar, esta viagem está a adormecer-me e está falta de Natureza a matar-me"


"Bem estava a contar a verdade sobre Liliane, sabes que eu não podia contar o que sabia à frente de Giudito, uma vez que já começava a desconfiar dele"


"Conta quero saber tudo?"


Miliane contou sobre o que acontecera entre Liliane e Galbierena, contou-lhe tambem o que sabia sobre os verdadeiros pais de Liliane, melhor dizendo quem era a sua mãe.


"Oh meu deus!" exclamou Siena, ouviu-se tambem um om de espanto de Aran, afinal tambem ele estava a ouvir a conversa.


"Pois mas isso não deixa de ser nossa amiga"


Quando deixaram de prestar atenção à conversa e apreciar o que estava em redor notaram que tinha passado muito tempo. O sol já se estava a começar a por e estavam quase a chegar a um acampamento maior.


Um homem muito velho vestido apenas com roupas pretas e pequenos pormenores em ouro esperava-os muito direito.


Cada um desmontou e fez uma vénia àquele senhor. Os nossos amigos chegaram à sua frente e também fizeram vénias.


- Bem vindo Guardiães, estava à vossa espera. Bem vindos à terra das memórias.


Liliane encontrava-se já em alto mar. Os marinheiros tratavam-na bem e gostava de sentir o vento à noite ao luar. O capitão vinha por vezes falar com ela contando histórias e lendas do mar.


- Peço desculpa de me intrometer mas tem a certeza do que vai fazer.


Liliane que estava a olhar para o mar olhou-o nos olhos. O capitão estremeceu. Ela tinha tido tempo para se lavar e mudar de roupa. O seu vestido azul escuro confundia-se com o mar e o ceu. Os seus olhos estavam agora mais calorosos do que no dia da chegada.


- O senhor tem uma filha no porto à sua espera, tem a minha idad, 15 anos, é pura em alma e corpo, qual é a sua pergunta realmente?


O capitão olhou espantada. Aquela rapariga sabia muito, nunca tinha contado aquilo aos seus marujos nem a ninguém. Como podia uma estranha saber aquilo? Aquela atitude também o assustava, ela era directa, percebia quando andava com rodeios ou quando queria apenas diverti-la.


Apreciava muito essa caracteristica, não suportava aquelas pessoas que andavam com muitos rodeios para contar a verdade. Alem disso parecia-lhe uma rapariga culta, não daquelas raparigas futeis.


- Para onde irá a seguir? O que vai fazer àquela ilha?


Ela sorriu.


- O destino é incerto. Estou certa que já ouviu a lenda dos guardiões, estou certa.


- Concerteza, é uma lenda muito falada entre os marinheiros.


- Bem preciso de ir à ilha para esclarecer umas duvidas com os deuses, nem que para isso tenha de dar a minha alma, e depois vou reunir-me com os guardiões.


- Isso quer dizer que os guardiões ainda estão vivos?


- Não, quer dizer que isto é uma nova era e prepara-te que tudo aquilo que conheces estás prestes a mudar.


Ficaram ali a olhar para o horizonte onde um novo dia nascia.


O episódio fica por aqui. A imagem é Miliane no deserto.

Espero que gostem

Até breve

Iruvienne

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Extra história / O passado / Um Natal part 1





Bem, isto é uma epoca natalicia e nada como tentar escrever todos os dias.


É nesta epoca que nos lembramos mais do que fizemos ao longo do ano que está quase a terminar e de quando eramos pequeninos, por isso pensei, como era o natal dos nossos 5? Bem é nisso que hoje vou escrever, Dois episodiossobre o natal de Siena e Liliane, um natal em que cada uma já possuia um pequeno poder...


Divirtam-se neste natal.




Siena


O Natal em familia




Siena está sentada num banco ao pé dos seus amigos recordando o Natal de quando tinha seis anos...




- Siena trás a travessa que tem o peru. - pedia a mãe


Siena correu para a cozinha entusiasmada, era a noite de consoada, a noite em que toda a familia se reunia, mas que o que mais gostava Siena era os doces.


Com muito esforço pegou na enorme travessa. O peru cozido cheirava deliciosamente.


Ao entrar na sala, observou tudo com muito interesse. A lareira enfeitada com imitação de ramos de pinheiros e fitas aquecia o ambiente, a árvore de Natal parecia cada vez mais pequena de cada ano que passava.


Procurou a sua mãe com os olhos e encontrou-a sentada no sofá com a sua pequena prenda ao colo. A mãe contava-lhe muitas vezes a história de como o Pai Natal trouxera uma irmãzinha.


- Deixa-me ajudar-te - disse o pai pegando na travessa colocando-a na mesa, entretanto ouviu-se a tocar a campainha - Siena podes ir ver quem é.


Como sempre que ouvia a campainha, Siena correu para a porta. Ao abri-la viu os seus outros familiares, familiares que não estava à espera.


- Avó! - gritou de entusiasmo abraçando-a. A sua avó, tios e primos tinham vido da china só para os ver. Como ela traziam vestidos os seus kimonos coloridos proprios para a época.


- Olhem só como a minha pequena neta cresceu. Daqui a nada já és uma senhora. - elogiava a avó.


Siena chegou para o lado deixando todos passarem. Quando estava a fechar a porta viu que alguem ainda não tinha entrado. Era um rapazinho envergonhado tinha ficado à porta com um embrulho nos braços.


Ficou a olhar para ele um pouco espantada.


- Olá. - disse ela, o rapaz olhou para ela assustado, Siena repetiu a palavra em chinês com medo de que ele não tivesse entendido. Aí a cara do rapaz iluminou-se com um sorriso.


- Olá. - mesmo assim ele era timido.


- Entra. - Siena, nem sempre tinha sido envergonhada, mas isso é algo para vos contar noutra altura. Siena pegou na mão do rapaz e puxou-o para a sala. - como te chamas?


- Ren


Aquela noite tinha sido maravilhosa, cheia de tradiçoes e de lembranças. Lembra-se vagamente de que a comida tinha sido muito boa. Siena sorriu ao lembrar-se melhor daquela noite.


Depois daquele jantar vinha a parte convivio. Aí a sua avô tinha contada uma história muito gira sobre a china, dizia que as lendas ainda caminhavam sobre a terra e que as pessoas que tinham um papel na teia do destino nunca morriam, voltavam e ajudavam os vivos.


Na altura não compreendia bem o que aquilo mas agora que revivia aqueles momentos lembrava-se que naquele momento tinha conseguido entender o que pensava a avó, o que é que ela queria dizer com aquilo.


À meia noite foi hora de abrir os presentes. Cada um fez a troca de presentes. Recebera uma boneca nova e umas fitas para o cabelo muito giras. Olhou para os pais à espera de um reconhecimento, mas tudo o que encontrou foi os pais a bajularem a sua irmã.


Na altura ficara invejosa e saira da sala a correr.


- Siena, não fiques triste. - dissera aquele rapaz que a seguira.


Siena olhou para ele espantada. Consegiu perceber ao olhar para o fundo dos seus olhos castanhos que queria que ela se alegrasse.


- Toma aqui está a tua prenda. - disse ele estendendo aquela pequena caixa presente


Siena pegou nela com muito cuidado e ficou sem folego. Dentro daquela pequena caixa estava uma folha de plátano em cristal, cristal que brilhava à luz do candeeiro. A primeira reacção que teve foi de o abraçar.


E depois ele foi-se embora e nunca mais o viu. Siena seguiu o seu caminho e encontrou novos amigos, mas aquele colar com uma folha de platano permanece sempre junto dela, dentro daquela pequena caixa como recordação.


A imagem é de Siena nesse natal.




Liliane


Um Natal sozinha




Liliane está num barco a recordar o Natal, uma noite de Natal de quando tinha dez anos, um natal especial para ela.


Estava quase toda a familia e amigos da escola em sua casa, bem, amigos seus não, fingiam ser seus amigos. Todos ali a sorrirem e a fazerem coisas bonitas uns para os outros e ela ali deixada de parte.


Estava com uma folha de papel onde rabiscara algumas palavras e frases. A sua tabua de adivinhação. Por vezes não precisava daquilo para adivinhar alguma coisa, era como naquele momento, uma aragem de vento veio ao abrirem a porta e veio uma visao.


Uma amiga, uma rapariga chamada Joana estava prestes a receber uma noticia inesperada, ia mudar de casa algo que ela não queria fazer por nada deste mundo.


- Está tudo bem Liliane? - perguntou a mãe ao vê-la pálida e parada.


- Sim mãe.


Depois correu pelo meio da festa à procura de Joana. Viu-a feliz no meio do seu grupinho de amigas. Nunca gostara dela, mas era seu dever informa-la. Tomando coragem foi para perto dela.


- Joana? - perguntou Liliane timidamente.


- Que foi?


- vais mudar de casa - disse baixinho.


- Não te oiço


- Vai mudar de casa para outra cidade diexando isto tudo para trás. - disse Liliane quase gritando. Aquela frase deixou Joana espantada.


- Como sabes isso? O meu pai apenas me disse isso hoje de manhã e ainda não disse a mais ninguem.


- Soube-o pelo vento.


Aquilo fez todos rirem-se e começaram à sua volta a cantarem que ela era uma anormal. Liliane não aguentou aquilo e saiu porta fora pela noite dentro.


Correu e correu pela planicie que se estendia atrás da sua casa. Aquilo era de mais, já não chegava na escola agora tambem em sua casa? Ela não conseguia suportar mais. Depois parou, sentou-se e olhou para as estrelas.


Sonhava em voar.


"Vento desta vez fiz da boa"


"Fizeste o que estava certo" sussurrou ele.


Não se lembra o que aconteceu a seguir. Deve ter acontecido algo porque quando acordou estava no seu quarto deitada na sua cama com a janela aberta. Perguntara aos seus pais o que tinha acontecido mas eles disseram que ela tinha saído mas quando foram ver se ela estava no quarto encontrava-se já a dormir.


Naquele natal não se abriram presentes, não sabe onde é que eles estam agora. Apenas que aquele Natal que julgava que ia ser o melhor tornara-se o pior. Liliane sorriu ao recordar-se, agora que tinha amigos a sério talvés quando tudo acabasse podessem ter um natal feliz.



A imagem é Liliane quando fugiu naquele Natal



Bem vou escrever para a proxima os restantes.


Espero que estejam a gostar desta semana.




Iruvienne




segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Noticia / Comunicado / Uma surpresa de Natal antecipada


Olá malta.

Não se assustem, isto não vai dizer nada de desagradável muito pelo contrario.

Primeiro queria agradecer muito pelas dicas, ainda sou muito inexperiente a escrever este tipo de histórias assim tão longas e por isso é optimo ter ajudas.

Quero agradecer tambem aos meus amigos (que são todos vocês) por manterem em mim o desejo de continuar a escrever e motivar o meu sonho de um dia conseguir fazer como alguns de vocês e editar um livro.

Mas já chega de agradecimentos, não foi para isso que vim aqui.

Comecei a escrever o nome das personagens e a historia num caderno para não me esquecer (obrigada mais uma vez por essa dica).

Queria apenas dar a conhecer uma ideia que vou por em pratica mais à frente na história, digamos uma das surpresas de Natal. Aviso já que a ideia pode ser alterada ou posso nem coloca-la na história, aviso também que quem não gostar de saber pelo menos uma coisa da história mais à frente, não continue a ler.


Bem dadas as indicações vou dar esclarecimentos.

A razão pela qual não tenho falado de Yena, a rapariga que vivia com Aran.

- Pura e simplesmente tenho uma ideia para a voltar a por na história (é aqui que eu começo a dizer o que pode vir a acontecer, dando ou juntando apenas alguns pormenores já contados)


Nuns episodios atrás revelei que Liliane era filha da Escuridão, herdeira do trono das sombras, entre outras coisas.


Noutro episodio, mais atrás, disse que Yena era filha da Luz e que vinha à terra, cumprindo as ordens da sua mãe, para procurar e matar a filha da Escuridão, pessoa essa que ela ainda não sabe.


E agora o nosso grupo não tem para onde ir.




E se por alguma razão o nosso grupo for a casa de Aran, com Liliane incluida e lá estar Yena?

O que acontecerá quando a Filha da Luz se encontrar frente a frente com a Filha da Escuridão?

Como reagiram os nossos amigos?

E Aran? Continuará a ser amigo de Yena sabendo quem ela é e a sua missão? Matar a sua amiga?

E se no fim, mesmo no fim, se descobrissem que afinal as duas são irmãs, Yena e Liliane? Que uma das deusas escondeu a verdade e que afinal uma não é mesmo filha da Luz ou Escuridão?




Bem isto serviu para vos por a pensar, ao longo desta semana vou tentar fazer outras surpresas deste tipo ou talvez um episódio extra.


Bem não vos vou chatear mais. Continuem a dar ideias e opiniões em como tornar esta história ainda mais extraordinária.


Bom Natal

Iruvienne